Passou-nos ao lado a aprovação de um livro de história por parte do governo japonês, que segundo as autoridades chinesas e sul-coreanas passa uma esponja e ignora as atrocidades cometidas pelos militares nipónicos durante a II Guerra Mundial.
Este sábado, milhares de Chineses protestaram contra Tóquio, por um lado, por causa da aprovação dos manuais de história, por outro, contra a possibilidade do Japão ter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.
O Diário do Povo pergunta:"Will China & Japan move toward confrontation?"
Sunday, April 10, 2005
Saturday, April 09, 2005
Leituras para o fim de semana
"Sino-India ties marred by the 'P' word" By Sudha Ramachandran
"Chinese begin to worry U.S. militarily", By Jim Yardley and Thom Shanker
"Europa e China", José Manuel Fernandes, no Público.
"Chinese begin to worry U.S. militarily", By Jim Yardley and Thom Shanker
"Europa e China", José Manuel Fernandes, no Público.
Friday, April 08, 2005
Mercado Bombástico

A China e a Índia estão a analisar a criação de uma zona de comércio livre, iniciativa que trará o primeiro ministro chinês, Wen Jiabao, a uma visita oficial à Índia na próxima semana. A concretizar-se o projecto representa a maior zona de livre comércio do mundo com mais de dois mil milhões de pessoas.
Thursday, April 07, 2005
Paz, Cooperação, Desenvolvimento: Só boas ideias.

No início da visita ao Paquistão, o primeiro-ministro chinês Wen Jiabao deixou claro que a China procura o caminho da paz e do desenvolvimento. Adiantou ainda que,
"A truly Asian century will never materialize unless Asia develops as a whole (...)
No matter how international climate might change, the Chinese people will always be a trustworthy and reliable partner for the Asian peoples"
Wednesday, April 06, 2005
Personalidades dos séculos

A propósito do que postou o João Sousa André, no também desterrado e interessante À Deriva,
Se Karl Marx foi a figura mais influente do século XX, será Deng Xioaping a mais determinante do século XXI?
A afirmação em jeito de pergunta do JSA faz sentido, uma vez que se o Século XXI for mesmo o "Século da China", Deng Xiaoping terá tido um grande contributo ao ser o arquitecto do "renascimento" chinês depois dos conturbados anos de Mao Zedong. Ao teorizar sobre o "socialismo de mercado com características chinesas", Deng arranjou uma forma retórica airosa para manter um aparelho de estado "comunista", numa economia que caminha gradualmente para o capitalismo, ao ponto de hoje o comunismo já quase só se fazer sentir na bandeira, no hino e na designação do país e do partido e na estrutura estatal. Deng é o impulsionador das reformas económicas que abriram a China ao mundo, por isso merece um lugar de destaque já no século XX. Quanto à influência no século XXI, enfrentamos um problema: é que o pensamento "Denguista" é aplicável e absorvível apenas na China, ao contrário da trave-mestra de Marx: "trabalhadores de todo o mundo uni-vos contra a exploração capitalista". De qualquer modo, fica aqui um interessante ensinamento do "Pequeno Timoneiro", em 1982:
"If we want to change the international economic order, we must, above all, settle the question of relations between the South and the North, but at the same time we have to find new ways to increase South-South cooperation." (in "Deng Xiaoping's "Selected Works")
Quem sabe se não é por aí?
Guerras Comerciais ou como a liberalização só dá jeito de vez em quando
Esta semana está a ser rica em termos de trade conflicts:
Segunda-feira: O Comité de aplicação dos acordos têxteis (Committee for the Implementation of Textile Agreements, CITA) dos Estados Unidos lançou segunda-feira um inquérito para estabelecer se o mercado americano foi perturbado no caso dos têxteis e estabelecer a responsabilidade da China, que beneficia desde Janeiro último do final das quotas neste sector.
2. Terça-Feira: A China denunciou o lançamento pelos Estados Unidos de um procedimento de salvaguarda contra o aumento das importações têxteis chinesas qualificando-o de medida proteccionista contrária à liberalização do comércio mundial.
3. Quarta-feira: A Comissão Europeia vai divulgar em que condições vai recorrer às cláusulas de salvaguarda contra as importações têxteis chinesas, pedidas pelas associações empresariais europeias, mas considera ser cedo para este género de medidas.
Ou seja, o que dita políticas mais proteccionistas ou mais liberais quanto ao comércio é o interesse nacional(comunitário) e não qualquer profissão de fé no comércio livre mundial. Até porque não dá lá muito jeito que o comércio seja livre em condições competitivas tão desiguais. De qualquer modo fica o registo: norte americanos e europeus não abraçam a teoria das vantagens comparativas nem a consequente vantagem na especialização, como "arma" num mercado liberalizado a nível mundial. Mas é assim a vida, de incoerências está o inferno, perdão, o mercado cheio.
Segunda-feira: O Comité de aplicação dos acordos têxteis (Committee for the Implementation of Textile Agreements, CITA) dos Estados Unidos lançou segunda-feira um inquérito para estabelecer se o mercado americano foi perturbado no caso dos têxteis e estabelecer a responsabilidade da China, que beneficia desde Janeiro último do final das quotas neste sector.
2. Terça-Feira: A China denunciou o lançamento pelos Estados Unidos de um procedimento de salvaguarda contra o aumento das importações têxteis chinesas qualificando-o de medida proteccionista contrária à liberalização do comércio mundial.
3. Quarta-feira: A Comissão Europeia vai divulgar em que condições vai recorrer às cláusulas de salvaguarda contra as importações têxteis chinesas, pedidas pelas associações empresariais europeias, mas considera ser cedo para este género de medidas.
Ou seja, o que dita políticas mais proteccionistas ou mais liberais quanto ao comércio é o interesse nacional(comunitário) e não qualquer profissão de fé no comércio livre mundial. Até porque não dá lá muito jeito que o comércio seja livre em condições competitivas tão desiguais. De qualquer modo fica o registo: norte americanos e europeus não abraçam a teoria das vantagens comparativas nem a consequente vantagem na especialização, como "arma" num mercado liberalizado a nível mundial. Mas é assim a vida, de incoerências está o inferno, perdão, o mercado cheio.
100 aldeias da luz

A China vai desalojar à volta de 400.000 pessoas para construir o gigantesco projecto de desvio de águas do sul para o norte do país, anunciou hoje o governo.
Os desalojados chineses serão retirados de 100 localidades ao longo de sete províncias.
A obra, que arrancou em Dezembro de 2002, envolve a construção de três canais com mais de 1.000 quilómetros de comprimento para abastecer o seco norte do país, incluindo Pequim, com água dos abundantes rios do sul da China.
Esta será uma segunda grande deslocação forçada de população na China, depois de mais de um milhão de pessoas terem sido retiradas das suas casas para dar lugar ao gigantesco reservatório da Barragem das Três Gargantas do Iangtsé, no sudoeste do país.
(Lusa e China Daily)
Tuesday, April 05, 2005
O Dragão na loja de porcelanas II
A questão teórica diz respeito aos tempos de turbulência que se poderão fazer sentir numa possível era de transição de poder. Para os chamados realistas ofensivos como Mershmeirer a emergência de um poder numa estrutura internacional de cariz anárquico levará a uma competição "agressiva", a despeito da política interna. No extremo oposto, a chave da questão estará no modo como o comportamento da China vai ser modificado através da sua integração no sistema dominante (entrada para a OMC e participação em várias organizações e Fóruns multilaterais). Ou no limite se vai haver um "spill over effect" desse engagement. Este é um debate fascinante e há várias perspectivas em confronto - realistas, neorealistas, liberal-institucionalistas, teóricos da paz democrática, globalistas, neomarxistas, construtivistas ou mesmo bifurcacionistas. Noutra ocasião poderemos olhar para estas visões que competem no campo das teorias das relações internacionais. Por agora centramos a atenção na participação da China em estruturas multilaterais. Desde 1989, Pequim tem "abraçado" fóruns e lançado parcerias: em 1990 entrando para o Asia Pacific Economic Cooperation (APEC), em 1996 juntou-se ao ASEAN Regional Forum, em 1996 lançou o "Shanghai Five", mais tarde "Organização de Cooperação de Xangai", no mesmo ano foi país fundador do Asia-Europe Meeting (ASEM) e a coroação desta nova dinâmica da política externa Chinesa aconteceu em 2001 com a entrada na Organização Mundial de Comércio.
Uma das dúvidas que persiste é até que modo a entrada da China em organizações multilaterais deste tipo vai socializar Pequim e transformar a política interna e a política externa. Como sempre quando encetamos mini-análises neste blogue terminamos sempre com mais perguntas do que quando começamos. Mesmo assim finalizo com a citação de dois artigos na revista académica chinesa "Guoji Wenti Yanjiu" (pedindo emprestado o contributo de Wang Hongying em "Multilateralism in Chinese Foreign Policy: The limits of Socialization?":
Em 1995 um artigo expressava um forte cepticismo quanto ao multilateralismo. A organizações multilaterais eram vistas como meios para os Estados Unidos e aliados imporem os seus valores e interesses na Ásia e evitarem a emergência de um competidor sério - a China. Em 1998, a mesma revista, publicava um artigo em que o multilateralismo era elogiado, uma vez que servia a intenção de estimular a criação de um mundo Multipolar, constringindo a hegemonia norte-americana.
Em suma, será um multilateralismo com características chinesas.
Uma das dúvidas que persiste é até que modo a entrada da China em organizações multilaterais deste tipo vai socializar Pequim e transformar a política interna e a política externa. Como sempre quando encetamos mini-análises neste blogue terminamos sempre com mais perguntas do que quando começamos. Mesmo assim finalizo com a citação de dois artigos na revista académica chinesa "Guoji Wenti Yanjiu" (pedindo emprestado o contributo de Wang Hongying em "Multilateralism in Chinese Foreign Policy: The limits of Socialization?":
Em 1995 um artigo expressava um forte cepticismo quanto ao multilateralismo. A organizações multilaterais eram vistas como meios para os Estados Unidos e aliados imporem os seus valores e interesses na Ásia e evitarem a emergência de um competidor sério - a China. Em 1998, a mesma revista, publicava um artigo em que o multilateralismo era elogiado, uma vez que servia a intenção de estimular a criação de um mundo Multipolar, constringindo a hegemonia norte-americana.
Em suma, será um multilateralismo com características chinesas.
O Dragão em lojas de procelanas I
Escreve Joana Amaral Dias , num artigo a ler no DN, que "nova obsessão norte-americana chama-se China". Não diria propriamente nova, uma vez que a utilização da "Ameaça-China" tem sido recorrente, em especial depois de Tiananmen, e, avulso ao longo dos últimos anos. Na literatura recente lembro-me do sensacionalista "The Coming Conflict with China", de Richard Bernstein e Ross Murno, em 1997. A nível oficial, apesar do discurso de "emergência pacífica" da liderança chinesa, sou levado a concordar com Avery Goldstein quando diz que "desde 1996, o desafio central de Pequim tem sido construir uma política externa que reforce a segurança do país e facilitar a sua emergência para o grupo dos grandes poderes numa era de hegemonia Americana", ou com Yong Deng: "A China intensificou a abertura do acesso ao mercado com o objectivo de enfraquecer a pressão da Europa-Estados Unidos e Japão para liberalização política e comercial da China". Uma das grandes preocupações de Pequim é dissipar o espectro da "Ameaça-China", da cena internacional, embora as situações por resolver de Taiwan, ilhas Diaoyu ou arquipélago Spartly comprometam a missão da diplomacia chinesa (já para não falar de questões internas como o Tibete e mesmo Xinjiang). Além do mais, o louco crescimento económico, o aumento dos gastos militares, a par da percepção, em estudos e previsões, que o século XXI vai ser mesmo o Século da China, são factores que deixam no ar dúvidas quanto ao modo como o poder hegemónico vai lidar com os que o desafiam. ( Continua)
Monday, April 04, 2005
China e Países Lusófonos (com adenda)
Analisa e bem o Paulo Gorjão que a principal razão para esta estratégia chinesa de cooperação com os países de língua portuguesa tem a ver coma necessidade de diversificar a rede de fontes energéticas. A título de exemplo, recentemente, a Sonagol, petrolífera estatal de Angola e a Sinopec, congénere chinesa, assinaram três acordos de fornecimento e exploração.
Essa linha tem sido seguida na cooperação de Pequim com os países da região do Golfo Pérsico, com nações da Ásia central (através da Organização de Cooperação de Xangai) e com acordos bilaterais com o Cazaquistão para o transporte de petróleo e gás natural do Mar Cáspio para a zona Noroeste da República Popular, além dos laços já frimados com vários países africanos.
Acerca da estratégia da China para os países de língua portuguesa, há que realçar que o "Fórum para a Cooperação Económica e Comercial", lançado em Outubro de 2003 em Macau, procura criar um mecanismo formal na Região Admistrativa Especial de Macau (RAEM) de modo a, por um lado, fazer de Macau uma plataforma de ligação para os países lusófonos, aproveitando o facto do português ser aqui língua oficial (a par do chinês) e tirando partido das ligações históricas a Portugal e a aos países lusófonos; por outro, é uma maneira de dar sentido político, na terminologia chinesa "face", a Macau, um território sobejamente conhecido pelo Jogo e afins, ao qual faltava uma dimensão mais estratégica. Certo é que, como seria de esperar, os grandes negócios continuam a fazer-se nos eixos "Pequim-Luanda" e "Pequim-Brasília". O que não retira a importância ao Fórum. Muitos já perceberam que pode ser uma boa porta de entrada para o mui apetecido mercado chinês. Quase todos, porque Lisboa às vezes parece negligenciar as potencialidades de um legado de mais de 400 anos de presença deste lado do mundo.
Adenda: São Tomé e Príncipe é o único país da CPLP que não faz parte do Fórum porque tem ligações dilpomáticas com Taiwan.
Essa linha tem sido seguida na cooperação de Pequim com os países da região do Golfo Pérsico, com nações da Ásia central (através da Organização de Cooperação de Xangai) e com acordos bilaterais com o Cazaquistão para o transporte de petróleo e gás natural do Mar Cáspio para a zona Noroeste da República Popular, além dos laços já frimados com vários países africanos.
Acerca da estratégia da China para os países de língua portuguesa, há que realçar que o "Fórum para a Cooperação Económica e Comercial", lançado em Outubro de 2003 em Macau, procura criar um mecanismo formal na Região Admistrativa Especial de Macau (RAEM) de modo a, por um lado, fazer de Macau uma plataforma de ligação para os países lusófonos, aproveitando o facto do português ser aqui língua oficial (a par do chinês) e tirando partido das ligações históricas a Portugal e a aos países lusófonos; por outro, é uma maneira de dar sentido político, na terminologia chinesa "face", a Macau, um território sobejamente conhecido pelo Jogo e afins, ao qual faltava uma dimensão mais estratégica. Certo é que, como seria de esperar, os grandes negócios continuam a fazer-se nos eixos "Pequim-Luanda" e "Pequim-Brasília". O que não retira a importância ao Fórum. Muitos já perceberam que pode ser uma boa porta de entrada para o mui apetecido mercado chinês. Quase todos, porque Lisboa às vezes parece negligenciar as potencialidades de um legado de mais de 400 anos de presença deste lado do mundo.
Adenda: São Tomé e Príncipe é o único país da CPLP que não faz parte do Fórum porque tem ligações dilpomáticas com Taiwan.
O outro lado: a margem (na periferia da Nova China)
As disparaidades socio-económicas numa China em rápida transformação:
"Average annual incomes for farmers rose 12 percent last year, but still total just 2,936 yuan, or $355, per person, according to Du. By contrast, the government says annual incomes in China's booming cities average more than $1,000 per person."
"Average annual incomes for farmers rose 12 percent last year, but still total just 2,936 yuan, or $355, per person, according to Du. By contrast, the government says annual incomes in China's booming cities average more than $1,000 per person."
A Nova Revolução Cultural
Todas as manhãs, Wang Jian Shuo e a sua esposa saem do seu condominio nos subúrbios de Xangai, entram no seu Fiat e guiam o veículo até ao seu local de emprego na cidade. Há dois anos, viviam num decrépito e apertado apartamento no centro de Xangai e Wang, um engenheiro da Microsoft viajava de autocarro ou comboio.
Mais sobre esta história paradigmática da vida na nova China, ou melhor numa parte dela..
Mais sobre esta história paradigmática da vida na nova China, ou melhor numa parte dela..
Bloggers for democracy
O "Standard" traz hoje um artigo sobre o papel do movimento de bloggers pela democractização de Hong Kong
Ficam aqui algumas ligações:
http://glutter.org/
www.t-salon.net
www.chattergarden.com
Andrea Leung desesperançada escreve:
Hong Kong has no future. It's not its own master.All the things are decided at the top.
A este propósito recordo aqui as palavras de Lee Kuan Yew, "pai fundador" e primeiro chefe do governo de Singapura:
you have a master in China, you have subsidiary masters in Hong Kong, and what Hong Kong was led to believe it wanted in the last few years of Chris Patten and Tiananmen, is what the leaders in Beijing cannot give.
Ficam aqui algumas ligações:
http://glutter.org/
www.t-salon.net
www.chattergarden.com
Andrea Leung desesperançada escreve:
Hong Kong has no future. It's not its own master.All the things are decided at the top.
A este propósito recordo aqui as palavras de Lee Kuan Yew, "pai fundador" e primeiro chefe do governo de Singapura:
you have a master in China, you have subsidiary masters in Hong Kong, and what Hong Kong was led to believe it wanted in the last few years of Chris Patten and Tiananmen, is what the leaders in Beijing cannot give.
Sunday, April 03, 2005
Perigo Amarelo?
Escreve Paulo Pereira no Blogo Social Português:
"curiosamente, o perigo amarelo não está no Comunismo (como temia a minha mãezinha), mas na eventualidade de 1 bilião de chineses se converter ao capitalismo"
Uma pormenor: queres dizer mil milhões. Portanto, o que vai acontecer quando mil e trezentos milhões de chineses se converterem ao capitalismo? Ao certo não sei, mas por lá já vou vendo muita gente nestes sítios:
"curiosamente, o perigo amarelo não está no Comunismo (como temia a minha mãezinha), mas na eventualidade de 1 bilião de chineses se converter ao capitalismo"
Uma pormenor: queres dizer mil milhões. Portanto, o que vai acontecer quando mil e trezentos milhões de chineses se converterem ao capitalismo? Ao certo não sei, mas por lá já vou vendo muita gente nestes sítios:
Friday, April 01, 2005
Aprendendo com Sun Tzu I
Na "Arte da Guerra"
"Do not repeat the tactics which have gained you one victory, but let your methods be regulated by the infinite variety of circumstances"
"Do not repeat the tactics which have gained you one victory, but let your methods be regulated by the infinite variety of circumstances"
E no Afeganistão, o que se passa?
Três anos e meio depois da invasão norte-americana, Ramtanu Maitra analisa a situação e a estratégia de Washington no "grande xadrez" geopolítico da Ásia Central. No Asia Times.
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