Já começou a campanha eleitoral para as eleições legislativas da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM). 18 listas concorrem para 12 lugares que são eleitos através do sufrágio directo. Dez assentos serão apurados mediante um processo de eleição indirecto no qual intervêm as várias corporações e interesses, enquanto sete deputados serão nomeados directamente pelo chefe do executivo. Antes já aqui tinha referido quais são as listas favoritas para conseguir eleger um ou dois deputados, agora vou olhar para outras candidaturas que aparecem também com alguma força.
Aliança para o Desenvolvimento de Macau: com Angela Leong à cabeça, há fortes possibilidades desta candidatura eleger um deputado pelo menos. É que estamos a falar de uma mulher que é esposa de Stanley Ho e Administradora da STDM. E já se sabe que o "Tio Stanley não brinca em serviço".
União dos Trabalhadores dos Jogos de Fortuna e Azar: situa-se no extremo oposto da lista anterior, ou seja também representaos interesses do Jogo, mas procura ser a voz dos trabalhadores. Vai por isso lutar voto a voto opela reeleição de João Bosco Cheang que há quatro anos conseguiu ser eleito com 5170 votos, uma votação que será este ano insuficiente tendo em conta que o universo eleitoral aumentou consideravelmente.
Incógnitas:
União Geral para o bem-querer de Macau: Liderada pelo até agora deputado Fong Chi Keong que tinha sido eleitoem 2001 pelo sufrágio indirecto representando os interesses assistenciais, culturais, educacionais e desportivos, esta candidatura joga nesta eleições a notoriedade do seu líder. Fong Chi Keong destacou-se na última legislatura com declarações de defesa cega dos interesses empresariais, chegando a ter intervenções de fraquíssima qualidade, em especial na oposição que fez à proposta de Lei Sindical.
Dr. Fong Um Novo Vigor de Macau: como o próprio nome indica trata-se de uma lista unipessoal em torno de um médico que tem um instituto de sondagens. Apesar de ter um discurso ambíguo, Fong Man Tat poderá beneficiar de ter aparecido regularmente nos media à custa dessas sondagens. Será que isso suficiente?
Num próximo post prestaremos atenção às listas encabeçadas por portugueses.
Entretanto, para saber mais sobre cada uma das candidaturas pode ouvir aqui um programa especial da Rádio Macau sobre as eleições legislativas na RAEM.
Sunday, September 11, 2005
Friday, September 09, 2005
Thursday, September 08, 2005
Wednesday, September 07, 2005
A homossexualidade na China
O China Daily, jornal oficial que reflecte as posições oficiosas do governo central alerta para a situação dos gays na China:
"Gu Du was the victim of extortion. He was blackmailed, as well as being chastised by his employer and almost fired.
The reason: Gu is gay. " em "Gays live a difficult life under social bias"
"Gu Du was the victim of extortion. He was blackmailed, as well as being chastised by his employer and almost fired.
The reason: Gu is gay. " em "Gays live a difficult life under social bias"
Tuesday, September 06, 2005
Democracia na China?
Escreve o The Sun:
"TONY Blair’s mission to Asia was boosted last night when China’s premier Wen Jiabao vowed his country WILL become a democracy.Mr Blair was visibly shocked when Wen publicly promised the world’s largest country is heading for a peaceful revolution.The Chinese PM said free votes for all in the communist superpower are on their way."
Democracia Liberal, socialista, popular, orgânica ou tudo isto misturado, mas claro, com características chinesas?
"TONY Blair’s mission to Asia was boosted last night when China’s premier Wen Jiabao vowed his country WILL become a democracy.Mr Blair was visibly shocked when Wen publicly promised the world’s largest country is heading for a peaceful revolution.The Chinese PM said free votes for all in the communist superpower are on their way."
Democracia Liberal, socialista, popular, orgânica ou tudo isto misturado, mas claro, com características chinesas?
Portugal (des) orientado II
Caro Geosapiens,
Aprecio a tua participação e contribuição para os debates lançados neste blogue. No comentário que fazes ao post "Portugal (des) orientado", observas duas razões relevantes que justificam parcialmente esta presença minguada de Lisboa nos assuntos sínicos.
No entanto, não concordo que "à China não lhe interessa mesmo, que haja uma memória da passagem portuguesa por esses bandas...tem a ver com o orgulho nacional que as suas elites tem em relação a esse assunto". Pelo menos a avaliar pelos primeiros cinco anos e meio da administração chinesa de Macau, por um lado, Pequim lançou aqui o "Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa", que apesar de ter muito mais a a ver com os interesses chineses na África Lusófona do que no papel de Portugal, não deixa de politicamente ser um sinal da importância de Macau como um território em que o português é língua oficial, por outro lado há uma preocupação coma preservação do património, desde a expansão da "calçada portuguesa" nos passeios de Macau, até à valorização da herança portuguesa na candidatura aprovada a património mundial da Humanidade. Por fim, há que enquadrar as conclusões de Moisés Silva Fernandes numa altura em que sobressaiam os receios que as autoridades da RAEM pretendessem desvanecer a presença portuguesa aqui.
Felizmente, pelo menos até ao momento, isso não tem acontecido. As sensibilidades referidas, os sectores mais tradicionalistas e "nacionalistas", não conseguiram impor essa tentação de, em poucos anos, apagar com uma borracha os quatro séculos de presença portuguesa. Isto não quer dizer que não haja uma linha, mais em Macau que em Pequim, que gostasse de o fazer. Daí que observe que Portugal avaliou mal o que poderia ser Macau no futuro, encarando a transição meramente como um alívio. Sem dúvida que foi, mas virar as costas às oportunidades que existem aqui e desbaratar as potencialidades não tanto de Macau, mas de toda a zona do Delta do Rio das Pérolas não me parece que seja uma atitude ajuizada. E isto acontece não apenas ao nível do Palácio das Necessidades ou de São Bento, mas sobretudo no sector privado como foi exemplo a recente venda do BCM a um grupo bancário de Hong Kong porque a Administração do BCP considerava este banco um "activo não estratégico". Sim, há limitações, mas julgo que elas têm a ver mais com as contingências da "Ocidental Praia Lusitana" do que de impedimentos da "Flor de Lótus" ou do "País do Meio".
Do ponto de vista empresarial, ou seja de capacidade e possibilidades de investimento na China, há sempre que ter em mente que provavelmente, hámuito poucas empresas portuguesas com fôlego para avançar com o capital necessário para investir na China. A solução, como a PT já fez, está em encontrar parceiros locais (o que não é fácil) para investir em "nichos de mercado". Exemplo disso foi o recente acordo para um investimento numa rede de telecomunicações de frotas de camiões de carga. O sector vinícola e corticeiro também se está a mexer. Mas não deixa de ser pouco, especialmente tendo em conta que fomos os primeiros ocidentais a chegar para fazer comércio com o Oriente e os últimos a entregar uma "colónia".
Aprecio a tua participação e contribuição para os debates lançados neste blogue. No comentário que fazes ao post "Portugal (des) orientado", observas duas razões relevantes que justificam parcialmente esta presença minguada de Lisboa nos assuntos sínicos.
No entanto, não concordo que "à China não lhe interessa mesmo, que haja uma memória da passagem portuguesa por esses bandas...tem a ver com o orgulho nacional que as suas elites tem em relação a esse assunto". Pelo menos a avaliar pelos primeiros cinco anos e meio da administração chinesa de Macau, por um lado, Pequim lançou aqui o "Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa", que apesar de ter muito mais a a ver com os interesses chineses na África Lusófona do que no papel de Portugal, não deixa de politicamente ser um sinal da importância de Macau como um território em que o português é língua oficial, por outro lado há uma preocupação coma preservação do património, desde a expansão da "calçada portuguesa" nos passeios de Macau, até à valorização da herança portuguesa na candidatura aprovada a património mundial da Humanidade. Por fim, há que enquadrar as conclusões de Moisés Silva Fernandes numa altura em que sobressaiam os receios que as autoridades da RAEM pretendessem desvanecer a presença portuguesa aqui.
Felizmente, pelo menos até ao momento, isso não tem acontecido. As sensibilidades referidas, os sectores mais tradicionalistas e "nacionalistas", não conseguiram impor essa tentação de, em poucos anos, apagar com uma borracha os quatro séculos de presença portuguesa. Isto não quer dizer que não haja uma linha, mais em Macau que em Pequim, que gostasse de o fazer. Daí que observe que Portugal avaliou mal o que poderia ser Macau no futuro, encarando a transição meramente como um alívio. Sem dúvida que foi, mas virar as costas às oportunidades que existem aqui e desbaratar as potencialidades não tanto de Macau, mas de toda a zona do Delta do Rio das Pérolas não me parece que seja uma atitude ajuizada. E isto acontece não apenas ao nível do Palácio das Necessidades ou de São Bento, mas sobretudo no sector privado como foi exemplo a recente venda do BCM a um grupo bancário de Hong Kong porque a Administração do BCP considerava este banco um "activo não estratégico". Sim, há limitações, mas julgo que elas têm a ver mais com as contingências da "Ocidental Praia Lusitana" do que de impedimentos da "Flor de Lótus" ou do "País do Meio".
Do ponto de vista empresarial, ou seja de capacidade e possibilidades de investimento na China, há sempre que ter em mente que provavelmente, hámuito poucas empresas portuguesas com fôlego para avançar com o capital necessário para investir na China. A solução, como a PT já fez, está em encontrar parceiros locais (o que não é fácil) para investir em "nichos de mercado". Exemplo disso foi o recente acordo para um investimento numa rede de telecomunicações de frotas de camiões de carga. O sector vinícola e corticeiro também se está a mexer. Mas não deixa de ser pouco, especialmente tendo em conta que fomos os primeiros ocidentais a chegar para fazer comércio com o Oriente e os últimos a entregar uma "colónia".
Acordo China-União Europeia

Mais uma vez os laços políticos e os interesses económicos mútuos prevaleceram nas negociações sobre as toneladas de produtos têxteis chineses que estavam retidos nas alfândegas europeias. Resta saber se não vai ser necessário um novo acordo dentro de alguns meses... Trata-se de uma boa notícia para os importadores e para os distribuidores. Já os produtores, em especial os portugueses, não pensarão o mesmo. Mesmo admitindo que a China joga com armas menos éticas no comércio internacional de têxteis (e não só), qualquer ímpeto proteccionista afigura-se apenas como um paliativo para adiar o inevitável: o fim total das quotas, sem quaisquer medidas restritivas, nem limitações quer na fonte, quer á chegada a partir de 2007. Tudo isto tinha sido preparado desde o Uruguay Round, já lá vão mais de dez anos. É claro que a "destruição do aparelho produtivo" é muito preocupante para Portugal. Mas as empresas têxteis deviam ter-se preparado para este cenário. Agora talvez seja demasiado tarde. Mesmo assim há casos de excepção de companhias que estao a conseguir criar marcas no mercado internacional. Por fim, a China é muito mais que uma ameaça; trata-se como sabemos igualmente de uma janela de oportunidades. Mas desenganem-se aqueles que julgam que entrar no mercado chinês é como "faca a cortar manteiga"; é preciso estratégia. E, infelizmente, na generalidade as empresas de Portugal, país que esteve deste lado do mundo durante mais de 400 anos, carecem dessa mais valia. De qualquer modo, saliento que é uma assunto delicado que não se compadece nem com proteccionismos fora de prazo nem com profissões de fé cegas num (im) perfeito comércio livre internacional.
Monday, September 05, 2005
Thursday, September 01, 2005
Portugal (des) orientado
Não é novidade a falta de visão estartégica de Lisboa para este lado do mundo. Quanto a esta estranha ausência do primeiro país europeu a fazer comércio com o extremo oriente, Arnaldo Gonçalves, professor no Instituto Politécnico de Macau e especialista em Relações Internacionais, é claro:
"
“Ásia não é prioridade” para o Governo Português"
"“Quando mudou a soberania de Macau, para o Governo e o Presidente da República Portuguesa foi um grande suspiro de alívio, foi mais uma pedra colocada num problema”
No Jornal Tribuna de Macau
Entretanto, enquanto navegava perdido nas buscas do Google encontrei um contributo muito intressante para o entendimento das relações luso-chinesas e do papel de Macau depois de 1999.
"
“Ásia não é prioridade” para o Governo Português"
"“Quando mudou a soberania de Macau, para o Governo e o Presidente da República Portuguesa foi um grande suspiro de alívio, foi mais uma pedra colocada num problema”
No Jornal Tribuna de Macau
Entretanto, enquanto navegava perdido nas buscas do Google encontrei um contributo muito intressante para o entendimento das relações luso-chinesas e do papel de Macau depois de 1999.
Tuesday, August 30, 2005
Eleições Legislativas II
Caro Geosapiens,
Obrigado pela questão pertinente. Assim a olho nú, diria que há quatro listas que muito provavelmente vão eleger deputados:
Associação Novo Macau Democrático: liderada pelo activista Ng Kuok Cheong, é a única associação que exige o sufrágio directo e universal imediato. Com um estilo populista e próximo das causas sociais, a ANMD poderá conquistar um terceiro deputado que lhe escapou há 4 anos, altura em que venceu as eleições legislativas de Macau.
União Para o Desenvolvimento: é a candidatura da influente União Geral de Trabalhadores. Na legislatura que termina agora, a líder Kwang Tsui Hang teve um papel de destaque ao chamar a a etnção para os graves problemas laborais numa RAEM em que o crescimento económica só beneficia alguns. Sendo pró-Pequim e alinhada com o governo, trata-se de uma voz crítica que é acarinhada pela população. Deverá eleger dois deputados, não sendo impossível chegar ao terceiro, mas a concorrência é mais que muita.
União Promotora para o Progresso: encabeçada pelo deputado Leong Heng Teng, esta é a candidatura de outra associação tradicional chinesa: A União Geral das Associações dos Moradores. Tem uma rede de apoio muito cimentada, por isso terá condições para eleger dois deputados.
Convergência para o Desenvolvimento de Macau: É a lista d David Chow o carismático empresário ligado ao jogo e ao turismo. Já sem o português Jorge Fão na lista, Chow fará valer os contactos que tem junto de vários grupos. Mas não será fácil eleger de novo dois deputados. A nº 3 da lista é a enfermeira portuguesa (macaense) Mónica Assis Cordeiro.
Brevemente vamos analisar outras candidaturas que poder ser as surpresas deste ano e também as duas listas encabeçadas por portugueses. Entretanto os interessados podem espreitar este edital.
Obrigado pela questão pertinente. Assim a olho nú, diria que há quatro listas que muito provavelmente vão eleger deputados:
Associação Novo Macau Democrático: liderada pelo activista Ng Kuok Cheong, é a única associação que exige o sufrágio directo e universal imediato. Com um estilo populista e próximo das causas sociais, a ANMD poderá conquistar um terceiro deputado que lhe escapou há 4 anos, altura em que venceu as eleições legislativas de Macau.
União Para o Desenvolvimento: é a candidatura da influente União Geral de Trabalhadores. Na legislatura que termina agora, a líder Kwang Tsui Hang teve um papel de destaque ao chamar a a etnção para os graves problemas laborais numa RAEM em que o crescimento económica só beneficia alguns. Sendo pró-Pequim e alinhada com o governo, trata-se de uma voz crítica que é acarinhada pela população. Deverá eleger dois deputados, não sendo impossível chegar ao terceiro, mas a concorrência é mais que muita.
União Promotora para o Progresso: encabeçada pelo deputado Leong Heng Teng, esta é a candidatura de outra associação tradicional chinesa: A União Geral das Associações dos Moradores. Tem uma rede de apoio muito cimentada, por isso terá condições para eleger dois deputados.
Convergência para o Desenvolvimento de Macau: É a lista d David Chow o carismático empresário ligado ao jogo e ao turismo. Já sem o português Jorge Fão na lista, Chow fará valer os contactos que tem junto de vários grupos. Mas não será fácil eleger de novo dois deputados. A nº 3 da lista é a enfermeira portuguesa (macaense) Mónica Assis Cordeiro.
Brevemente vamos analisar outras candidaturas que poder ser as surpresas deste ano e também as duas listas encabeçadas por portugueses. Entretanto os interessados podem espreitar este edital.
Direitos Humanos?
No dia em que o ministro chinês dos negócios estrangeiros afirmou que "cada país tem o direito de escolher a sua própria via de promover os direitos do Homem (Ó) Não existe um padrão único", afirmando que tendo em conta que dois terços dos chineses aidna vivem no limiar da pobreza, "Nessas condições, não temos outra escolha a não ser considerar o desenvolvimento económico, social e cultural como a prioridade", o O Banco de Desenvolvimento Asiático (BAD) divulgou que 621 milhões de pessoas vivem com menos de um dólar por dia na zona Ásia Pacífico (menos 300 milhões que em 1990), sublinhando que "o enorme sucesso obtido em toda a região nos últimos anos é resultado de uma forte redução da pobreza na China".
Thursday, August 25, 2005
Especificidades de Macau: Eleições Legislativas
Eleições para a Assembleia Legislativa:
Listas candidatas
1- Por Macau
2- Novo Vigor de Macau
3- Associação Novo Macau Democrático
4- Associação de Activismo para a Democracia
5-Nova Juventude Macau
6- União Promotora do Progresso
7- União Promotora para o Progresso
8- União Geral para o Bem-querer de Macau
9- Aliança para o Desenvovimento de Macau
10- Associação Pela Democracia e Bem-estar Social de Macau
11- Associação Visão de Macau
12- União dos Trabalhadores da Indústria de Jogos de Fortuna e Azar de Macau
13- Convergência para o Desenvolvimento de Macau
14- União Para o Desenvolvimento
15- Associação de Apoio á Comunidade e Pproximidade do Povo
16- Nova Esperança
17- Associação Direitos dos Cidadãos
18- Associação dos Cidadãos Unidos de Macau
Notas:
As eleiçõe sestão marcadas para 25 de Setembro
Apenas 12 dos 29 deputados são eleitos directamente a partir desas listas
Em Macau não existem partidos políticos; apenas associações
Listas candidatas
1- Por Macau
2- Novo Vigor de Macau
3- Associação Novo Macau Democrático
4- Associação de Activismo para a Democracia
5-Nova Juventude Macau
6- União Promotora do Progresso
7- União Promotora para o Progresso
8- União Geral para o Bem-querer de Macau
9- Aliança para o Desenvovimento de Macau
10- Associação Pela Democracia e Bem-estar Social de Macau
11- Associação Visão de Macau
12- União dos Trabalhadores da Indústria de Jogos de Fortuna e Azar de Macau
13- Convergência para o Desenvolvimento de Macau
14- União Para o Desenvolvimento
15- Associação de Apoio á Comunidade e Pproximidade do Povo
16- Nova Esperança
17- Associação Direitos dos Cidadãos
18- Associação dos Cidadãos Unidos de Macau
Notas:
As eleiçõe sestão marcadas para 25 de Setembro
Apenas 12 dos 29 deputados são eleitos directamente a partir desas listas
Em Macau não existem partidos políticos; apenas associações
Tuesday, August 23, 2005
Coimbra em chamas

Acordo às 5.40 da manhã. Vagarosamente vou tomado o pequeno almoço enquanto espreito a BBC World para saber as últimas do mundo. Depois do Iraque, da Faixa de Gaza vejo a minha cidade rodeada por chamas que me consomem a esperança. Ao longe, a 11 mil quilómetros, aperta-se o nó na garganta. Todos os anos é assim, mas tem mesmo que ser?
números da econmia à Beira-China
1- As receitas públicas de Macau estão a subir 22,1 por cento nos primeiros sete meses do ano para cerca de 1.247 milhões de euros (12.474,4 milhões de patacas) traduzindo uma execução de 57,7 por cento.
2- O índice de preços no consumidor em Macau aumentou 3,69 por cento entre Janeiro e Julho deste ano quando comparado com o período homólogo de 2004, revelaram hoje os serviços de estatística e censos do governo da Região.
3-Macau acolheu nos primeiros sete meses deste ano 10,6 milhões de pessoas, o que traduz um aumento de 14,4 por cento face ao período homólogo do ano anterior, revelaram os Serviços de Estatística e Censos.
Dados estatísticos oficiais indicam que entre Janeiro e Julho entraram em Macau 10.589.047 pessoas, mais 14,4 por cento do que nos primeiros sete meses de 2004.
4-O volume total estimado dos negócios do comércio a retalho em Macau aumentou 19 por cento no primeiro semestre deste ano para 425 milhões de euros (4.250 milhões de patacas), referem as estatísticas oficiais.
2- O índice de preços no consumidor em Macau aumentou 3,69 por cento entre Janeiro e Julho deste ano quando comparado com o período homólogo de 2004, revelaram hoje os serviços de estatística e censos do governo da Região.
3-Macau acolheu nos primeiros sete meses deste ano 10,6 milhões de pessoas, o que traduz um aumento de 14,4 por cento face ao período homólogo do ano anterior, revelaram os Serviços de Estatística e Censos.
Dados estatísticos oficiais indicam que entre Janeiro e Julho entraram em Macau 10.589.047 pessoas, mais 14,4 por cento do que nos primeiros sete meses de 2004.
4-O volume total estimado dos negócios do comércio a retalho em Macau aumentou 19 por cento no primeiro semestre deste ano para 425 milhões de euros (4.250 milhões de patacas), referem as estatísticas oficiais.
Saturday, August 20, 2005
Paz e Amor

A Rússia e a China realizaram exercícios militares conjuntos, numa acção denominada "Missão de Paz".
No jornal russo Gazeta, podemos ler uma análise no mínimo sugestiva:
"The exercises are the logical continuation of the first signs of cooperation between Russia and China in the struggle against 'orange revolutions,' separatism and the dominant influence of the U.S. in the Euroasiatic sphere."
(ligação indirecta atarvés do site Inside China)
Tuesday, August 16, 2005
O estado em que se encontra este blogue

Macau vista do Farol da Guia, Janeiro de 2005.
Ao contrário do que acontece nesta altura do ano um pouco pela blogosfera, não é por ausência para férias que O Sínico tem andado menos regular. É precisamente pelo contrário: pela carga de tarefas que se abate sobre o vosso humilde blogador. Mesmo assim, há tempo para ir lendo alguns artigos que suscitam o interesse dos que gostam de espreitar para este lado do mundo:
Stocks or real estate for China's middle class?, By Min Xu
China's leaders begin a crucial debate, Eric Teo Chu Cheow
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