Tuesday, May 15, 2007

Xue Hanyu


Aprender chinês também através de um blogue. "Aprende Chino Hoy" é um bom exemplo, especialmente para quem trata o castelhano por tu .

Monday, May 14, 2007

Friday, May 11, 2007

Wednesday, May 09, 2007

Ser Jornalista chinês na China (primeiro sistema)

A propósito da visita do veterano repórter de guerra Peter Arnett à Universidade de Shantou:

"For Chinese journalists, self-censorship ensures the news is good", John Weaver, AFP.

Tuesday, May 08, 2007

A visitar


Diariamente, se possível, o espaço DaWei, um site multimedia feito em formato de blogue, que funciona, simultaneamente, como webjournal e web tv. Jeremy Goldkorn, Joel Martinsen, Anna Sophie Loewenberg e Luke Mines fazem um site que procura acompanhar o pulsar da vida urbana da China, com olhares que vão da descodificação da linguagem política, à interpretação dos sinais do quotidiano. São naturalmente sentimentos de vários "ocidentais".

Monday, May 07, 2007

O socialismo democrático e a democracia socialista

"A veteran Chinese Communist's call for democracy has stirred a secretive campaign of condemnation from the party, wary of fanning disputes over political reform before a congress to cement President Hu Jintao's grip on power.
Xie Tao, 85, made his plea for "democratic socialism" in the magazine China Across the Ages (Yanhuang Chunqiu), a monthly backed by reformist party elders.
"Political system reform can no longer be delayed," Xie wrote in his essay published in February. "Only constitutional democracy can fundamentally solve the ruling party's problems of corruption and graft, only democratic socialism can save China!""

"In China a call for democracy stirs secretive storm", Reuters.

Thursday, May 03, 2007

Macau: Mind The Gap


South China Morning Post, 03-05-2007.

Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

Sinais Preocupantes.







Retirado do Caderno 2 do Jornal Público.

O Congresso

A ler o artigo de Arnaldo Gonçalves no Jornal Tribuna de Macau:

"O Partido Comunista Chinês em Congresso (I) "

Japao: Guerra, Paz e Defesa

O Primeiro-ministro japonês fez um apelo à revisão da constituição pacifista que vigora desde o fim da Segunda Guerra Mundial.
Por altura do 60º aniversário da Lei Fundamental, Shinzo Abe falou da necessidade de uma nova era que permita ao “País do Sol Nascente” ter um papel mais relevate na segurança global.
O chefe de governo nipónico afirmou que quer ver as crianças japonesas terem mais orgulho e confiança no seu país. Estas declarações deverão provocar reacções negativas, quer em Seul, quer em Pequim.

"Japan PM calls for defence review ", BBC.

Tuesday, May 01, 2007

Friday, April 27, 2007

Reshuffle

As mudanças anunciadas hoje no governo de Pequim só surpreendem pelo timing. Alguns analistas esperavam que só no final de 2007,/início de 2008 viessem a acontecer.

The new foreign minister, like his predecessor, is a career diplomat regarded as an expert on U.S. affairs - signaling the importance China places on steady relations with the superpower.
``China emphasizes major-power foreign policy, and the U.S. is the most important major power,'' said Shen Dingli, dean of the Institute of International Studies at Fudan University in Shanghai. ``Other countries can rest assured that foreign policy will not change.''


"China Names New Foreign Minister ", The Guardian

Wednesday, April 25, 2007

O 25 de Abril em Macau

Chegou atrasado dois dias. Alguns dizem que demorou 25 anos...
"Revolução chegou atrasada ao Oriente", Jornal Tribuna de Macau


Obrigado Capitães!

O Congresso e a Diwudai


Em momentos de transição de poder, a leitura dos sinais que nos chegam fica ainda mais complexa. Embora a transição, de facto, de poder da Quarta para a Quinta Geração (Diwudai) só se consubstancie em 2012, é este ano que deverá emergir o núcleo duro que tomará o leme da RPC entre 2012 e 2022 - partindo, obviamente, do princípio que o mecanismo institucionalizado de transição de poder iniciado por Deng Xiaoping não sofrerá alterações. O 17º Congresso do Partido Comunista Chinês (PCC), marcado para o último trimestre de 2007, será o momento-chave.

Artigo Publicado no jornal Hoje Macau. Também disponível no Sínico Esclarecido.

Friday, April 20, 2007

Maverick Wen


"But wearing a mask is an important survival technique in China's treacherous one-party politics, and if anything, Wen has proved his skills as a survivor. This, remember, is a man who stood beside Zhao Ziyang in Tiananmen Square at the height of the student protests. Zhao, the party chief at the time, was disgraced and effectively served out a life sentence under house arrest. Wen, his aide, went on to the become the third-highest figure in the Chinese hierarchy, and is on his way to becoming its most gifted politician."

Howard French no Internationa Herald Tribune.

Tuesday, April 17, 2007

Lendo e Re Lendo

A propósito de "China´s Trapped Transition" de Minxin Pei.

Minxin Pei não é optimista. Assume-o desde logo na introdução “China’s Trapped Transition”. Este académico chinês, residente nos EUA e investigador do Carnegie Endowment, coloca em causa o argumento segundo o qual, em regimes autoritários, a abertura à economia de mercado gera forças que pressionam as elites a acelerar as reformas políticas rumo à democratização. Logo no início do livro, Pei é claro: “(...) the autoritanian ruling elites can reap political gains from the increasing economic growth because such growth helps legitimize their rule and their policies” (P.9). Para Pei a China está a gerar estados-mafia a nível provincial que fogem quase por completo à cadeia de comando de Pequim e que funcionam à margem do incipiente estado de direito chinês. A transição está armadilhada porque o estado se torna num predador; em vez de cumprir o seu papel de alguma redistribuição da riqueza e de modernização da economia, no verdadeiro sentido, ou seja em termos de inovação e competitividade além do factor da mão de obra extensiva. O autor argumenta com base em estatísticas oficiais e independentes, estudos de opinião e entrevistas que, não só a legitimação, como a legitimidade está num processo sem retorno de erosão e que as reformas económicas na década de noventa fracassaram. O conluio entre o partido, o estado e as empresas recém-privatizadas agudiza uma situação de corrupção que considera ser endémica. “(a developmental autocarcy’s overriding goal of self-perpetuation is ultimately imperiled by the self-destructive dynamics found in nearly all autocracies: low political accountability, unresponsiveness, collusion and corruption” (p.208). O resultado de tudo isto, antecipa, pode ser o colapso de um regime em decadência ética, económica (apesar do crescimento do PIB) política e que acima de tudo não tem capacidade para satisfazer as necessidades de uma parte significativa da população para quem o crescimento económico tem passado ao lado da sua sobrevivência.




Do lado contrário da barricada intelectual sobre a transição da China coloca-se o sinólogo norte-americano Andrew Nathan. Numa recensão publicada na Foreign Affairs de Julho/Agosto de 2006, o académico autor de “China’s New Rulers” desmonta a argumentação de Pei. Elogia o seu trabalho de recolha e análise dos dados - “his description of these problems is accurate, but his interpretation is questionable” (p.177).
Nathan considera que existe uma capacidade regeneradore no Partido Comunista Chinês capaz de resistir à disrupção. Ou seja, a sua capacidade continuada de manter apoio popular através da combinação de um crescimento económico pujante, repressão e propaganda engenhosa e sucessos na política externa que agradem às facções nacionalistas. No entender de Nathan o que está à prova na China é a capacidade de um regime autoritário. Argumentando que existem passos dados por Pequim no reconhecimento dos desafios, problemas e limitações de um modelo de desenvolvimento económico e social pouco sustentável, Nathan afirma que Pei ignora que actualmente são os próprios órgãos de informação estatal a denunciar situações de destruição do ambiente falta de harmonia social e desequilíbrios campo/cidade e oeste/este. Mais importante, “Pei ignores the central fact of Chinese political life today: the power and unity of the central party elite”.
Comecei por ler a crítica de Nathan ao livro antes de “entrar” na obra de Minxin Pei. Condicionado? Talvez. De facto, o enquadramento teórico e algumas conclusões de “China’s Tarpped Transition” apontam para um beco sem saída. A questão é se na verdade a China está mesmo a seguir esse caminho ou se, em alternativa, ainda se encontra numa bifurcação ou mesmo num Entroncamento. “Learning by doing” espera o maquinista. E os passageiros o que pensam ? E os que perderam o comboio?