
"The Geography of Thought: How Asians and Westerners Think Differently...and Why", Richard Nisbett.

"Charm Offensive: How China's Soft Power Is Transforming the World", Joshua Kurlantzick.

"As orignes do totalitarismo", Hannah Arendt.
À beira-China plantado. Um blogue de José Carlos Matias. jcmatias80@gmail.com.




Sete décadas depois, as feridas estão por sarar. O Massacre de Nanjing (Nanquim) ocupa na memória da China um lugar de luto, que, em muitos casos, se transforma em ressentimento e ódio face aos japoneses. A forma como em Tóquio se desculpabiliza – entre os sectores mais nacionalistas – a barbárie de Nanjing também impede que as relações sino-japonesas sigam o caminho da reconciliação entre franceses e alemães.
O Sínico presta tributo às centenas de milhar que pereceram nesse 13 de Dezembro de 1937.


“The Democrats’ candidate Anson Chan Fang On-sang emerged as the clear victor with her unequivocal vision of direct election of the chief executive by 2012. And she achieved the result at a time when the economy is booming and the political waters calm, conditions that normally favour the pro-government camp. In an established democracy, Mrs Chan’s share of the popular vote would be accepted as an unambiguous mandate.”
Editorial do South China Morning Post (4-12-2007)
"Hong Kong, o regresso da "voz" da democracia", AG no Exílio de Andarilho.
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Só agora deu por isso. O João André lança-me o desafio de transcrever a quinta frase da página 161 do livro que está em cima da mesa. Et voilá:
"Não podemos deixar de ver esse passado - tão próximo e, contudo, tão remoto - com os olhos demasiadobem informados dequem conhece o fim da história, pelo menos no que diz respeito ao Ocidente, como a conhecíamos há mais de 2000 anos"
"As Origens do totalitarismo", de Hannah Arendt. Passo a corrente ao Tiago Barbosa Ribeiro, à Maria João Belchior e ao AG.