
"Culpado" de "incentivar a subversão contra o poder estatal". Um exemplo da "benevolência" pré-Olímpica dos tribunais chineses.
"Jail for Chinese rights activist " BBC News.
À beira-China plantado. Um blogue de José Carlos Matias. jcmatias80@gmail.com.


Aí está um texto que subscrevo. Kent Ewing recentra o debate.
"Once again, Chinese and Western leaders have shown us that when things get really tough in China - and the separatist-inspired riots targeting not just the central government but also innocent Han Chinese now living in Tibet and nearby provinces qualify as just that - both parties revert depressingly to form. The Chinese government has attacked the Western media, the Dalai Lama and all those taking part in the protests in language reminiscent of the Cultural Revolution while Western powers, led by Speaker of the US House of Representatives Nancy Pelosi, have used the violence in Tibet as yet another excuse to demonize China's leaders".


Independentemente de quem vencer as eleições presidenciais em Taiwan no próximo sábado, será aberta uma nova página na história política da ilha a que os portugueses chamaram de Formosa. A estratégia de Chen Shui-bian, na presidência nos últimos oito anos, de provocação, deverá ter um fim, mesmo que vença o candidato menos cotado nas sondagens, Frank Hsieh do Partido Democrático Progressista (PDP), força política de Chen. Esse novo ciclo deverá alterar a relação de Taiwan com a China continental e terá efeitos no papel que Macau e Hong Kong têm desempenhado no tráfego de passageiros e de mercadorias.
A vantagem que o candidato do Kuomintang (KMT), Ma Ying-jeou, tem nos estudos de opinião e sondagens reflecte uma saturação por parte dos taiwaneses com o os escândalos de corrupção dos últimos governos e o estilo agressivo e populista de Chen, que, ao optar pela confrontação com Pequim, alienou as vantagens que Taiwan poderia ter colhido com um reforço das relações económicas com o continente. Ao passo que a maioria dos países mal pode esperar pela oportunidade de beneficiar com o crescimento da China, Taiwan tem sido uma excepção. As dificuldades económicas por que passa Taiwan ditaram a mudança no discurso do PDP e a vantagem do KMT, que em Janeiro assegurou a maioria absoluta nas eleições para o parlamento (lifa yuan).
A economia, acima de tudo
Na verdade, Ma e Hsieh partilham a perspectiva de que é importante colocar em prática políticas amigas do investimento e comércio com a China. A diferença está no tom, nas prioridades e na velocidade da aproximação. Ma Ying-jeou, ex presidente da Câmara de Taipé, tem uma agenda ambiciosa que passa pela criação de um mercado comum no Estreito de Taiwan com livre movimento de capitais e bens, mas não de pessoas. O início desse processo, propõe Ma, será a abertura imediata das ligações directas aéreas, começando com voos charter aos fins-de-semana, para, dentro de um ano, terem início os voos directos regulares com a China continental. O candidato do KMT prometeu abrir Taiwan ao investimento continental em sectores como o imobiliário, à entrada de turistas chineses e ao reconhecimento dos diplomas universitários da China continental. Após um coro de críticas de Hsieh sobre o perigo de uma bolha especulativa no imobiliário com a entrada de investidores chineses, e da perda de empregos, com a mudança de unidades de produção para a China, Ma corrigiu o discurso garantindo que Taiwan não abrirá as portas a produtos agrícolas do continente, à entrada de trabalhadores do outro lado do estreito e aos produtos de má qualidade fabricados na China. Para não afastar o eleitorado do centro e com o objectivo de captar algum eleitorado moderado que tem votado no PDP, Ma inseriu no seu discurso os três nãos: não às conversações sobre a reunificação, não à declaração de independência e não ao uso da força por qualquer um dos lados. Hsieh é mais cauteloso face à aproximação económica com a China, temendo efeitos nefastos, explorando esse receio como arma eleitoral contra Ma. Mas o candidato do PDP, ex primeiro-ministro, também promete criar um enquadramento mais propenso aos investimentos de empresários de Taiwan na China e vice-versa. Hsieh defendeu na campanha ainda a abertura seleccionada de voos charter directos entre os dois lados do estreito e a abertura ao investimento de empresas chinesas na construção de edifícios comerciais e de serviços, mas rejeitando a entrada no sector residencial.
Ainda a questão da identidade
À primeira vista as eleições poderiam ser resumidas à famosa máxima “Its the economy, stupid”, que valeu a vitória a Bill Clinton sobre George H. Bush em 1992. Essa é a linha de argumentação do Kuomintang, mas Hsieh, mesmo distanciando-se do radicalismo pró-independência de Chen Shui-bian, salienta que as questões ligadas à segurança nacional e à identidade de Taiwan ainda prevalecem. Prova disso é a questão do referendo proposto por Chen Shui-bian sobre a entrada da ilha nas Nações Unidas sob a designação de Taiwan, uma consulta popular que será realizada em simultâneo com as eleições presidenciais e um outro referendo da autoria do KMT em que é proposta a participação de Taiwan de forma flexível em organizações internacionais. As duas consultas não deverão ser vinculativas, ou seja não deverão ter mais de 50 por cento de participação eleitoral.
Se em, termos económicos existem semelhanças nos programas dos dois candidatos, a perspectiva face à questão da identidade de Taiwan permanece bastante diferente. Para Hsieh a República da China já foi “taiwanizada”, daí que Taiwan seja a República da China e vice-versa. Isto é, ter a nacionalidade da República da China significa ter uma identidade taiwanesa, daí que o futuro da ilha só possa ser decidido pelos 23 milhões de habitantes. Já Ma considera que apenas a República da China é detentora da soberania e não Taiwan, ou seja, a sua perspectiva radica ainda na questão histórica, do legado da guerra civil entre o Partido Comunista Chinês e o Kuomintang. Em todo o caso, a posição de Ma acaba por ser dúbia, sendo pressionado por um lado pela velha guarda nacionalista do KMT e, por outro, pela necessidade de conquistar o eleitorado moderado. Daí que, apesar de defender um desanuviamento do clima nas relações com Pequim e de propor um programa económico ambicioso, Ma Ying-jeou seja mais cauteloso que Lien Chan, candidato presidencial em 2004 que, em 2005, efectuou uma visita histórica à China, garantindo que, durante o seu mandato, não irá ter encontros com Hu Jintao ou iniciar conversações rumo à reunificação. A estratégia de Ma passa por não aparecer aos olhos do eleitorado como o candidato de Pequim, uma vez que a sociedade de Taiwan continua muito dividida face à questão das relações políticas com a China. É por isso que esta semana criticou o que considera ser a “arrogância” de Wen Jiabao sobre a questão de Taiwan e deu a entender que, se a China continuar a reprimir os protestos de tibetanos, a ilha poderá boicotar os Jogos Olímpicos.
À espera do efeito “spill over”
Uma aproximação económica poderá levar inevitavelmente no médio ou longo prazo a uma relação política que rompa com o permanente “deadlock” do status quo. Numa perspectiva neo-funcionalista, a crescente interdependência económica e comercial levará à institucionalização de laços políticos, num efeito de “spillover”, à semelhança do que sucedeu como a integração europeia nos últimos 50 anos (salvaguardando as devidas diferenças). O problema diz respeito à forma como ser irá materializar essa institucionalização e qual será base mínima para o diálogo. Ao que tudo indica, Ma defende que a base de negociação deverá ser o chamado “consenso de 1992”, sobre o princípio de uma China, decorrente do diálogo que teve lugar em Hong Kong entre a Associação para as relações no estreito de Taiwan, entidade da China continental, e a Fundação Para o Intercâmbio no Estreito, instituição de Taiwan. No entanto, a visão de uma China suscita interpretações diferentes dos dois lados do Estreito. Além disso, podendo esse ser o ponto de partida será difícil e moroso o processo de “encaixe” de Taiwan no Princípio Um País, Dois Sistemas. Começar por criar um mecanismo de diálogo com vista à paz e segurança regional, no estreito, seria um primeiro passo que fortaleceria a confiança mútua. Mas neste longo caminho há sempre que contar com a posição de Washington, que certamente receia perder terreno como potência militar regional a favor de uma Pax Sínica.




No dia 9 de Dezembro de 1978, o activista Wei Jinsheng escreveu no Muro da Democracia (西单民主墙) que a República Popular da China necessitava urgentemente de colocar em prática a Quinta Modernização. Estávamos em plena efervescência pós-Maoísta, numa altura em que Deng Xiaopeng se apoiava de forma mais ou menos velada nos sectores mais “liberais” do Partido e do movimento estudantil. Foi nesse contexto que surgiu o Muro da Democracia, que durou cerca de um ano em Pequim, com centenas de jovens a escrever naquela parede de Xidan Street o que pensavam num momento de expressão livre de ideias sem precedente na RPC. A quinta Modernização defendida pelos jovens activistas era a democratização do sistema político. Deng delineara que o progresso da China estava dependente de um processo de transformação e modernização em quatro sectores - Agricultura, indústria, Ciência e Tecnologia e Defesa Nacional. Nesse início do período que também ficou conhecido como a “Primavera de Pequim”, Wei escrevia que “não pode haver Quatro modernizações sem democracia”. O certo é que as Quatro Modernizações Prosseguiram a todo o vapor nos seguintes 30 anos, sem que tenha havida mudanças significativas no sistema político “leninista”, baseado no centralismo democrático e no papel de vanguarda e monopólio do poder do Partido. Os activistas do “muro da Democracia” foram reprimidos logo em 1979 quando começara a ir “demasiado longe” e numa altura em que Deng já tinha assegurado o controlo do topo do aparelho do Partido e do Estado – ou seja o “Pequeno Timoneiro” já não necessitava de se apoiar nas forças mais “liberais” que se tornavam uma ameaça para ele, assim que afastou a facção dos radicais fiéis de Mao. O ímpeto democratizador estava lançado. Contudo de que democracia falavam esses activistas? É interessante notar que a maioria dos líderes assumia-se como marxista. A crítica era feita à forma autoritária de interpretação e prática do marxismo pelo regime. Esta é a linha mais relevante nos movimentos de intelectuais que se afirmaram como a consciência crítica “liberal” do regime ao longo dos anos seguintes. No início dos anos 1980 o Beijing Social and Economic Sciences Research Institute e alguns académicos da Academia de Ciências da China surgiram como a base de apoio consultivo de líderes como o ex primeiros ministros e scretários-gerais do PCC Hu Yaobang e Zhao Zhiyang. Uma parte desses intelectuais defenderam teses próximas daquilo Merle Goldman em “From Camarade to Citizen” classifica de Marxistas Humanistas que criticavam duramente o Maoísmo e a chamada ala esquerdista do PCC e defendiam que à abertura económica da era de Deng devia corresponder um movimento de democratização do sistema político, tendo ainda assim o PCC o papel liderante. Já nos anos 1990 – pouco depois da Repressãod e Tiananmen - nos escritos de autores como Hu Jiwei, Yu Guangyuan ou Yuan Hongbin estava a defesa de um fortalecimento do Estado de Direito, liberdade de expressão, papel da opinião pública e do exercício da cidadania no processo de tomada de decisões. Alguns desses autores eram provenientes da Escola Central do Partido Comunista, da Associação de escritores e da Academia de Ciências Sociais da China.
As teses defendidas pelo grupo de intelectuais da Escola do Partido que foram reveladas esta semana na imprensa internacional seguem esta linha. O Presidente Hu Jintao tem salientado a importância da democracia intra partidária, mas blinda o discurso à abertura de fissuras no monopólio do poder exercido pelo Partido e aparece como uma personalidade algo dúbia no campo dos direitos, liberdades e garantias. Este documento – “Stroming the Fortress” – aponta noutro sentido, alargando a democracia intra-partidária gradualmente para vários sectores da sociedade, considerando que isso é inevitável. Julgo que não se pode sobrevalorizar ou ter expectativas de uma transformação de fundo no sistema. As mudanças devem ser graduais e a abordagem dos autores deste documento é, simultaneamente, audaz e moderada. Não deixa de ser importante que o prefácio do estudo seja escrito pelo vice-presidente da Escola Central do PCC e que afinal, ao contrário do que se possa pensar, o PCC não é uma entidade completamente fechada e monolítica. Os autores defendem que uma reforma política gradual pode contribuir para a construção de uma sociedade moderna em 2020; nas décadas seguintes a China poderá emergir como uma “democracia madura e de um estado de direito maduro”. 2020, três anos depois da possível introdução em Hong Kong do sufrágio directo e universal...
- Como vão reagir as sensibilidades da chamada ala conservadora em termos de evolução do sistema política do PCC?
- A quem interessa a divulgação deste documento nesta altura?
- Será que o grupo de intelectuais em causa vão ser colocados de lado ou mesmo sofrer “represálias” como tem acontecido em várias ocasiões na China quando é discuta a reforma política?
- A reforma política como agenda prioritária tem sido rejeitada pela liderança Hu Jintao Wen Jiabao. O discurso de Hu no último Congresso do Partido colocava ênfase nas questões sociais e num modelo sustentável de desenvolvimento. É certo que Hu usou durante muitas vezes a palavra democracia, mas sabe-se que não foi no sentido “ocidental”.
Conseguirá a China fazer brotar dentro do sistema uma forma de democracia original num processo bem sucedido sem abalos sísmicos ou o desmoronamento do edifício a meio do caminho?
O que pensam os Benjamins da quinta geração sobre isto?
Será que a Quinta Geração (Xi Jinping e Li Keqiang) que deverá ascender ao poder a partir de de 2012 irá abrir a porta da Quinta Modernização?

O recém-eleito primeiro-ministro da Tailândia, Samak Sundaravej, afirmou sem rodeios, numa entrevista esta semana à CNN, que apenas morreu uma pessoa no massacre de estudantes em Outubro de 1976. Dados oficiais apontam para 46 mortes, embora sobreviventes garantam que os militares provocaram a morte a mais de 100 estudantes. Samak, líder do Partido People Power - sucessor do Thai Rak Thai do ex primeiro-ministro deposto Thaksin Shinawatra - alega nessa entrevista que a repressão era necessária face ao "perigo do comunismo". As declarações do novo chefe de governo de Banguecoque, conotado com a direita populista tailandesa, chocaram muitos tailandeses. Este editorial do Bangkok Post dá conta da indignação:

A Review de Sreeram Chaulia so livro "One mainland, two systems: Rural Democracy in China", da autoria de Baogang He, no Asia Times.
"The naked truth about China's censors", Chris Crook no Asia Times.



O Low-profile de Pequim antes e depois das eleições legislativas de Taiwan deu e provavelmente dará frutos para o Kuomintang e para uma nova era de coexistência entre os dois lados do estreito baseada na manutenção do status quo e na criação de laços económicos que certamente vão trazer enormes benefícios à Ilha que um dia os portugueses chamaram Formosa. Mesmo que o PDP (força política que tema ssumido posições radicais pró-independência) ganhe as eleições presidenciais - o que, a julgar pelos estudos de opinião é improvável - a atitude de confrontação e radicalismo pró-independência de Chen Shui Bian terá os dias contados. O candidato presidencial do PDP Frank Hsieh veio esta semana admitir o diálogo com Pequim para que haja ligações económicas mais fortes entre os dois lados do estreito.
Willy Lam, na última edição do China Brief:
" Beijing has adopted an uncharacteristically low profile in the run-up to and in the aftermath of the LY elections, which suggests that Beijing is treading very carefully on Taiwan's sensitive political landmine. The cabinet-level Taiwan Affairs Office (TAO) issued no statements and the polls received minimal coverage in Chinese media, while the TAO also cancelled a press briefing for unspecified reasons, which was originally scheduled on January 16 (China Times, January 16). The official Xinhua News Agency carried a brief dispatch on the Taiwan ruling party’s “landslide defeat” but refrained from its usual penchant for DPP bashing. The few Beijing-based Taiwan experts who have talked to the Hong Kong, Taiwan and foreign media have interpreted the election results as a defeat for the DPP’s “radical pro-independence line.”

Este blogue foi registado em Maio de 2004, contudo foi a partir de 23 de Janeiro de 2005 que teve início a publicação regular de posts. Não sendo um blogue pessoal, o Sínico reflecte subtilmente alguns estados de alma e, de forma explícita, o campo de interesses do seu autor. Este espaço tem sido, acima de tudo, uma forma de mostrar as janelas que vou abrindo para este lado do mundo. É assim que pretendo que continue a ser no quarto ano de actividades. De forma mais distensa, menos frequente e enquanto houver algo de interessante a partilhar.
Termino esta breve epístola com um agradecimento e um amplexo aos que visitam este remoto canto da blogosfera.
Naturalmente que estamos perante um processo que se torna agora muito mais visível. Mediatismos à parte, 2008 será, de facto, um ano muito importante para a China. Os Jogos Olímpicos vão mostrar ao mundo uma face moderna e esplendorosa da "Nova China". A emergência, garante Pequim, será pacífica, rumo a um "Mundo Harmonioso". O final de 2007 indica, contudo, que, este ano, a pressão da UE e dos EUA vai aumentar face aos défices comerciais e ao valor do yuan, entre outros aspectos. Muitas ONG vão apertar o cerco no que diz respeito aos direitos humanos. 2008 será um ano-teste para o charme do poder chinês. "With great power comes great responsability"; daí que a máxima de Deng Xiaoping - "Nunca tomar a dianteira nas questões internacionais" - esteja cada vez mais fora de prazo.
.




Sete décadas depois, as feridas estão por sarar. O Massacre de Nanjing (Nanquim) ocupa na memória da China um lugar de luto, que, em muitos casos, se transforma em ressentimento e ódio face aos japoneses. A forma como em Tóquio se desculpabiliza – entre os sectores mais nacionalistas – a barbárie de Nanjing também impede que as relações sino-japonesas sigam o caminho da reconciliação entre franceses e alemães.
O Sínico presta tributo às centenas de milhar que pereceram nesse 13 de Dezembro de 1937.


“The Democrats’ candidate Anson Chan Fang On-sang emerged as the clear victor with her unequivocal vision of direct election of the chief executive by 2012. And she achieved the result at a time when the economy is booming and the political waters calm, conditions that normally favour the pro-government camp. In an established democracy, Mrs Chan’s share of the popular vote would be accepted as an unambiguous mandate.”
Editorial do South China Morning Post (4-12-2007)
"Hong Kong, o regresso da "voz" da democracia", AG no Exílio de Andarilho.
a

Só agora deu por isso. O João André lança-me o desafio de transcrever a quinta frase da página 161 do livro que está em cima da mesa. Et voilá:
"Não podemos deixar de ver esse passado - tão próximo e, contudo, tão remoto - com os olhos demasiadobem informados dequem conhece o fim da história, pelo menos no que diz respeito ao Ocidente, como a conhecíamos há mais de 2000 anos"
"As Origens do totalitarismo", de Hannah Arendt. Passo a corrente ao Tiago Barbosa Ribeiro, à Maria João Belchior e ao AG.




"China, where the dull lead the dynamic", Kent Ewing no Asia Times.
"O mundo como vontade e representação", Arnaldo Gonçalves no Jornal tribuna de Macau.
"Hu's steady march on power", Chong Pin Lin no IHT.