The Standard, 22-04-2005. Jean Pierre Raffarin diz ainda acreditar no fim do embargo durante a presidência luxemburguesa da União Europeia. No primeiro dia da vista a Pequim, o primeiro-ministro francês apoiou também a lei anti-secessão aprovada pela Assembleia Nacional Popular. Para Raffarin, o diploma é compatível com a política externa francesa. França é o país da UE que tem feito mais campanha para o bloco europeu remover o embargo imposto após a repressão sangrenta dos protestos pró-democracia de Tiananmen, em 1989. Os estados-membros anunciaram, em Dezembro, do ano passado que iam tomar uma decisão sobre o embargo até ao fim da presidência rotativa europeia do Luxemburgo, que acaba a 30 de Junho. Mas com a adopção da controversa lei anti-secessão de Taiwan e a forte pressão dos Estados Unidos, os 25 podem agora adiar essa decisão. O alto responsável europeu para a política externa, Javier Solana, disse esta semana que a UE continua empenhada em remover o embargo, mas disse que uma decisão sobre o assunto poderá ser em 2005 ou poderá ser em 2006. O primeiro-ministro francês está em Pequim também para abrir caminho a negócios coma China. Antes da conferência de imprensa conjunta com Hu Jintao, Raffarin assistiu à assinatura de contratos para a venda de 10 aviões da Airbus a companhias aéreas chinesas. Na lista das novas encomendas, a China Eastern Airlines comprou cinco A319 e a Shenzhen Airlines encomendou outros cinco aviões A319 e A320. O valor destas compras ascende a cerca de 4 mil e 500 milhões de yuans. Durante a cerimónia de assinatura dos acordos, foram também concluídos outros negócios que envolvem um total de 20 encomendas no valor de 24 mil milhões de yuans.
Friday, April 22, 2005
Mes Amis Chinois
The Standard, 22-04-2005. Jean Pierre Raffarin diz ainda acreditar no fim do embargo durante a presidência luxemburguesa da União Europeia. No primeiro dia da vista a Pequim, o primeiro-ministro francês apoiou também a lei anti-secessão aprovada pela Assembleia Nacional Popular. Para Raffarin, o diploma é compatível com a política externa francesa. França é o país da UE que tem feito mais campanha para o bloco europeu remover o embargo imposto após a repressão sangrenta dos protestos pró-democracia de Tiananmen, em 1989. Os estados-membros anunciaram, em Dezembro, do ano passado que iam tomar uma decisão sobre o embargo até ao fim da presidência rotativa europeia do Luxemburgo, que acaba a 30 de Junho. Mas com a adopção da controversa lei anti-secessão de Taiwan e a forte pressão dos Estados Unidos, os 25 podem agora adiar essa decisão. O alto responsável europeu para a política externa, Javier Solana, disse esta semana que a UE continua empenhada em remover o embargo, mas disse que uma decisão sobre o assunto poderá ser em 2005 ou poderá ser em 2006. O primeiro-ministro francês está em Pequim também para abrir caminho a negócios coma China. Antes da conferência de imprensa conjunta com Hu Jintao, Raffarin assistiu à assinatura de contratos para a venda de 10 aviões da Airbus a companhias aéreas chinesas. Na lista das novas encomendas, a China Eastern Airlines comprou cinco A319 e a Shenzhen Airlines encomendou outros cinco aviões A319 e A320. O valor destas compras ascende a cerca de 4 mil e 500 milhões de yuans. Durante a cerimónia de assinatura dos acordos, foram também concluídos outros negócios que envolvem um total de 20 encomendas no valor de 24 mil milhões de yuans.
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