Wednesday, March 01, 2006

80 anos

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Viola Chinesa

Ao longo da viola morosa
.Vai adormecendo a parlenda,
Sem que, amadornado, eu atenda
A lengalenga fastidiosa.

Sem que o meu coração se prenda,
Enquanto, nasal, minuciosa,
Ao longo da viola morosa,
Vai adormecendo a parlenda.


Mas que cicatriz melindrosa
Há nele, que essa viola ofenda
E faz que as asitas distenda
Numa agitação dolorosa?
Ao longo da viola, morosa...



Camilo Pessanha
Coimbra - 7 de Setembro de 1867
Macau-1 de Março de 1926

15 comments:

Vitório Rosário Cardoso said...

Caro Zé Carlos,

Também já tenho um "blogue" pessoal e chama-se, claro, "Portas do Cerco" - www.passaleao.blogspot.com . O e-mail é o passaleao@hotmail.com

É um espaço eminentemente patriótico, dedicado em primeiro lugar à presença portuguesa no mundo, serve de homenagem aos grandes feitos lusitanos pelo mundo fora e por último e não menos importante, à memória do grande Herói do Passaleão, do Senhor Coronel Vicente Nicolau de Mesquita, Macaense de sua origem, Lusitano de sua fibra, e heróico defensor de Macau em 25 de Agosto de 1849. Eu como filho da terra só terei de seguir os passos trilhados pelos nossos grandes e continuar a epopeia, contra ventos e marés e como disse um dia Coronel Mesquita com meia dúzia de homens antes do assalto final ao Forte do Passaleão (em Zhuhai ou Zhong Shan): "Quem quiser morrer que me siga!"

Camões, Pessoa, entre outros poetas soldados também moram aqui no "blogue"!

Sempre que tiveres histórias lindas e heróicas da Pátria e das nossas gentes que pelo Oriente se vão cantando não hesites em me avisar.

Um grande abraço de Lisboa, do teu amigo,
Vitório

Ma Tin Long said...

Amigo Vitório
Como sabes, pensamos de maneira bastante diferente. Eu sou tudo menos nacionalista e patriótico sou apenas q.b., além de não ser de direita nem de centro-direita.
De qualquer modo, obrigado pelo comentário e boa sorte para o blogue.

Ma Tin Long said...

Um grande abraço de Macau e espero ver-te por cá, me breve.

Vitório Rosário Cardoso said...

Grande Zé Carlos,

Para amar a Pátria, as suas gentes e querer ver todo este conjunto, a Nação florescer e engrandecer, ser-se respeitado na ordem internacional e influente para uma cooperação e desenvolvimento com mundo não é necessário catalogar-se de esquerda ou direita, porque até na ordem internacional o que conta são os interesses nacionais (visão realista ou neo-realista, acrescentando-se o factor económico).

Vamo-nos vendo!

Gd abraço,
Vitório

Ma Tin Long said...

Grande Vitório,
Sem dúvida que o interesse nacional (realismo) desempenha um papel essencial nas relaçõs internacionais, mas não podemos neglicenciar as ideias e a relação com o outro (construtivismo), o papel das institui-ões (neoliberalismo institucionalista), a interdependência (tese da interdependência complexa) ou mesmo a dependência (Gunder Frank) a noção de cultura hegemónica (Gramsci), entre outros.
Quanto à questão do patriotismo, une-nos a vontade de preservar a cultura e a língua portuguesa no Oriente.

Abraço

Vitório Rosário Cardoso said...

Falando de política,

Sabes, tenho andado a ler uns artigos de Lima Bastos e não achei piada nenhuma.
Acho que o Lima Bastos faria uma excelente figura, para não dizer um figurão no Partido Socialista, ao lado de seus camaradas amigos e quem sabe, um dia também enxergue um avental da maçonaria (se optar pela regular) até pode vir bater aqui à porta do nº230 R/c Esq da Av. Almirante Reis...pois há muito menino por aí que não olha a meios para protagonismos de lesa-pátria.
Tal como existe a teoria da boa e da má moeda, não me vou preocupar muito, e muito menos com alguns parasitários no Partido. Vê-me só, colegas meus de escola já são presidentes de secção do PSD aqui em Lisboa e um deles tornou-se num dos mais novos presidentes de junta de freguesia (em Lisboa) de Portugal (Geração 1978).
Pessoalmente não sou grande exemplo pois, apesar ter sido escolhido pela Fundação Konrad Adenauer Adenauer para o curso de formação política para promissores jovens políticos da JSD, sou e continuo apenas um mero executor, zelador e fiel servo das relações internacionais da JSD (cooperação Ásia-Europa, Espaço Lusófono e Comunidades Portuguesas).
Pela minha vontade e a dos meus pares, a má moeda terá e será expulsa do Partido. Em primeiro para elevarmos a credibilidade do partido de Sá Carneiro e formar governo, e em segundo, infectarmos o nosso principal adversário político com os expurgados.
Pena foi o Lima Bastos não ter tido um professor de história económica que tive, o Prof. Luís Graça, que logo lhe dava a história das democracias..."Um pai autoritário não quer dizer que se seja um pai tirano".
Ó Zé Carlos, espero que compreendas a minha irritação por causa dos pseudos qq coisa q caiem na minha terra de pára-quedas e que começam a mandar bitaites.

Longas conversas e discussões políticas que tivémos no casablanca, lembras-te? :)

Em relação às teorias das relações internacionais, tenho de dizer que tenho prestado mais atenção aos Kenneth Waltz, Joseph Nye, Morgenthau, o próprio Bismark, the lasts but not the Leasts António de Oliveira Salazar e Franco Nogueira (na condução da política externa nacional).

Quanto aos construtivistas, por terem uma visão mais simplificada e mais racional da coisa, acho mais importante, dar de facto mais peso, importância e atenção nas políticas externas dos estados e nos fins que estes procuram concretizar.
Um teórico que acho piada é o Robert Kagan "Power and Weakness", e diz o que tem a dizer àquela europa afrancesada (continental), que à boa maneira deles, desde a guerra dos 7 anos (filme do último dos mohicanos) agem "cobardemente", ou durante a segunda guerra mundial, em que o último reduto de combate deles, não é e nunca foi a resistência mas sim o colaboracionismo...Tipos fracos mas invejosos que sempre que podem tentam atar as mãos de quem faz aquilo que eles desejavam fazer...essa é que é a verdade.

Quanto à questão da dependência, o antídoto é mesmo não ser dependente, ou por outras palavras, o menos dependente é aquele que tem mais poder, logo dar-se-á razão para que um estado seja menos dependente possível se se quiser erguer-se no meio de destroços.

Bem vou continuar a dar o litro...

Gd abraço e fica a discussão adiada,
Vitório

Vitório Rosário Cardoso said...

Zé Carlos,

Patriotismo para além de englobar o sentimento de "vontade de preservar" inclui a vontade de crescer. É igualmente patriotismo querer ver a linda Pátria florescer e não apenas "sobreviver" ou manter-se à tona entre a vida e a morte.
É querer vê-la grande, esplendorosa, respeitada e influente, enfim, um bom amigo com quem o mundo inteiro poderá contar e confiar.

V.

Ma Tin Long said...

Para terminar esta discussão que terá seguimento noutro local e com muito gosto, julgo que há uma distância ideológica considerável entre nós.
Acerca da polémica em torno de Nuno Lima Bastos, este também não é local indicado para falar sobre isso, até porque nem sequer referi esses artigos que saíram na imprensa de Macau.
Em primeiro lugar a questão é bem mais complexa. Em segundo, e mais importamte, o blogue "O Sínico" não presta muita atenção a essas temáticas.
Já no que diz respeito às teorias das relações internacionais, isso sim é assunto.
Cumprimentos

Vitório Rosário Cardoso said...

Gd Zé Carlos,

Já viste a entrevista ao Almirante Vieira Matias- ex-Chefe do Estado Maior da Armada? Está no meu blog e no site do JTM

Abração,

Nuno Lima Bastos said...

Caro Vitório,

Não me surpreendem os teus comentários a meu respeito, embora os lamente no conteúdo e na forma, e também pelo simpático relacionamento que sempre mantivemos.
O assunto dava pano para mangas, mas disponho de pouco tempo para escrever agora. Por isso, apenas te direi duas coisas:
- Primeiro, se alguém pode ser considerado pára-quedista no PSD, serás tu e não eu. Eu sou militante do PSD há 21 anos e sempre dei a cara pelo meu partido, mesmo em situações em que isso me penalizava pessoal e profissionalmente. Simplesmente, não sou seguidista como os burros com palas. E, aliás, o PSD não progride com seguidistas. Esses só servem para destruir a imagem do partido aos olhos do povo português, que é quem decide quem há-de governar o nosso país (e nãos os fantoches de cada partido);
- Segundo, lamento que sejas tão básico ao ponto de misturares o interesse nacional com as orientações ou conveniências deste ou daquele dirigente ou ex-dirigente político. Se alguém age como um ditador, toma medidas contra os seus nacionais ou age em função de uma agenda essencialmente pessoal, à medida das suas ambições, não é quem o denuncia que lesa o interesse nacional e a imagem do país... Consegues perceber isto?
Cumprimentos democráticos,
Nuno Lima Bastos

Vitório Rosário Cardoso said...

Prezado Nuno Lima Bastos,

Podia ter enviado um e-mail ao Zé Carlos, mas preferi deixar registado a conversa, pois sabendo que mais dia, menos dia o Nuno Lima Bastos passará por aqui.

Não sei se poderei ser para já considerado um pára-quedista. Pois, em Setembro passado frequentei na Escola de Tropas Aero-transportadas de Tancos (Páraquedistas), apenas um curso de formação militar de uma semana, para Jovens Auditores para a Defesa Nacional, Segurança etc...
Nesta ordem de ideias, talvez dentro de pouco tempo poderá chamar-me de Fuzileiro ou Comando, pois em breve será organizado mais um curso de formação militar.

No quadro político-partidário:
1. Tenho actualmente 27 anos e desde os meus 12-13 anos de idade (metade da minha vida) que colaboro e participo em acções do Partido (passei pela Secção B, A e H de Lisboa);
2. Não sei com que idade é que o Nuno Lima Bastos entrou para o PSD e ou se passou alguma vez pela "J"?
3. De certo que instituições políticas da família do Partido Popular Europeu, não escolhem pára-quedistas pois não? nem têm interesse em formar tais gentes, pois não? muito menos quererem manter relação próxima de cooperação pois não?
Admito que haja muita gente de esquerda no PSD, i.e. Manuel Aguiar, etc...
3. Estamos aqui em redor de uma questão puramente sobre o interesse nacional vs interesse pessoal:

Para já só faltam 5 ou 6 dias para o “choramingas* de crocodilo” deixar Belém (talvez tenha sido alguém do seu agrado, não?) - e nesta linha de pensamento, muita verdade virá ao de cimo. – citação do blog “Jantar das Quartas” http://jantardasquartas.blogspot.com/

Quanto a Macau, é indiscutível e indubitável que o último Governador de Macau, cumpriu a sua missão com a maior dignidade e honradez para com a Pátria (Honrai a Pátria que a Pátria vos contempla) e isso tem o devido reconhecimento dos macaenses (filhos da terra da chamada Cidade do Santo Nome de Deus, Macau, não há outra mais leal) e dos mais variados líderes políticos Nacionais. Eu, Vitorio Rosário Cardoso, parte inalienável da nova geração da lusa comunidade natural de Macau e com várias gerações de família nesta terra magnânima e em regiões vizinhas (Bisavô Nacionalista abatido pelos comunistas na retirada de Cantão) que acabou também por o acolher, julgo eu, ter a autoridade suficiente de falar como macaense e da minha terra e de tudo o que se passou, passa e passará, e de me insurgir contra abusos não admissíveis na terra que também a mim pertence, pois quanto a mim, à Pátria eu pertenço, tal como a minha vida e sangue.

Evocando palavras de Camões "e de entre portugueses até alguns traidores houveram", e isso é verdade, até por meia dúzia de tostões, desgraçados dos Miguéis de Vasconcelos!

Como todos sabemos, em tempos de mudança de regime há sempre aqueles que se aproveitam de tudo e todos não é? E principalmente em relação aqueles do novíssimo regime, que por tradição atiram-se aos membros do regime deposto, insultando-os de tiranos, etc, tem sido um curso natural na humanidade, não lhe parece? i.e. Revolução Francesa com Robespierre, que acabou na guilhotina, capitães abrilinos e bombistas, que por sorte nos julgamentos das FP 25, não viram o sol aos quadradinhos, Freitas dos Amarais (e os seus jogos de futebol)e afins. E quanto àqueles que faziam parte do antigo regime e que, à meia casaca ou tigela, mudaram de cor, esses grandes camaleões! Ah esses sim...não tenho comentários a fazer.

Surgiro que leia a crónica de Segunda-feira passada do Dr. Jorge Rangel, narrando o episódio dos telegramas da AL, sobre o manifesto de apoio incondicional aos diferentes regimes políticos em Portugal (num curtíssimo espaço de tempo). Há pessoas honradas e com carácter e há aquelas invertebradas, que não se importam de trair os seus ideais e de alinhar nas jogadas de terceiros que atentam contra os seus pares.

Meu caro, conto-lhe um episódio engraçado, justamente com um daqueles elementos que devem à sua existência em Macau, ao Gen. Rocha Vieira, e que nos primeiros momentos de mudança de regime, aproveitou para "apunhalar as costas" do último governador. E o mais engraçado sabe o que é que foi? Um comentário de um colega de trabalho chinês que disse o seguinte e em chinês (no ano 2000): "Vocês os "Kwai lou", já se puseram a andar daqui, e não sendo suficientemente tristes, ainda se matam uns aos outros". Isto sim é decadência!
Garanto que os Macaenses foram aqueles que não se envolveram nessas figuras tristes e que até à morte defenderão a Pátria, pois é a ela que o seu sangue deve. Vai mais uma? Momentos, após a transferência, há um responsável de serviços, não interessa de que empresa ou departamento público, um novíssimo "anti-último governador" acabado de sair do forno, que se insurge sobre um assunto qualquer a uma jovem colega chinesa, e ela só berrou em chinês: CALA-TE!", e lá se foi a autoridade do "metropolitano".

Para dizer que não nos interessa a nós, portugueses do Oriente, aos Macaenses, termos gentes que por Macau estão de passagem, e que armem confusões e atentados contra o bom nome da Pátria. Pois esses mesmos turistas vão-se, debandam e seremos nós os cá da terra, mais uma vez que estaremos na primeira linha de combate, por uma presença lusitana digna e a defender o bom nome de Portugal, mesmo que por vezes se esqueça de nós! Neste combate, e tal como nós, temos os outros correligionários espalhados por todo o Oriente "português", por Malaca, por Myanmar, etc…

Duas perguntas pertinentes. Quantos "metropolitanos" que estão em Macau, têm autoridade em Lisboa? Contam-se pelos dedos. E há muita gente que quando regressa à Pátria entra em depressão, porque será?

Pois bem, como Macaense, friso que os últimos Governadores de Macau deram o seu melhor, fizeram os possíveis e os impossíveis a bem de Macau e Portugal, e o facto é que hoje em dia todos desfrutam da grande estabilidade e desenvolvimento franco de Macau.
Agora o que não tolero é ver um grupo de pessoas, que vivem da bondade da terra de onde sou natural, achincalhar diariamente quem realmente fez o bem e aquilo que de melhor souberam fazer, a bem de Macau e das suas gentes, i.e. último governador de Macau.

Posso ser um jovem macaense com extremo orgulho pela Pátria a que pertenço, (sabendo claramente respeitar a Pátria dos outros), mas também sei exactamente quê histórias andam aí e como tudo começou! Não se esqueça é onde é que estive a trabalhar nessa altura da transição (por castigo do pai, por ter chumbado a matemática). E sei quem são os activistas das UDP's, extremas-esquerdas, esquerdas barradas hoje de caviar e embrulhados em "aventais", que andam por aí a causar desacatos em Macau, manchando a Nação Portuguesa.

O Nuno Lima Bastos até pode não usar avental, pois ainda não vi o seu nome nas listas de quem paga quotas ou não, mas lá que faz o trabalho desses grupelhos laicos, socialistas, udp's, comunistas e republicanos faz...
Politicamente sou de direita sim, conservador-reformista e tradicionalista, imbuído de infinito patriotismo e com extremo orgulho, e como já dizia o outro "se os comunistas e afins têm guarda-costas, ataquemo-los de frente!"… e sem piedade.
Aqui o Zé Carlos, é que não tem de estar a gramar isto, por isso a ele peço as minhas devidas desculpas, e como o Churchill dizia, os inimigos estão no nosso partido, os outros são adversários.
É claro que será o povo a sufragar, mas para tal, temos de ser nós os jovens a olear a máquina, e quando me referi aos meus pares, refiro-me aos que fazem parte do partido.

De norte a sul, do continente às ilhas, estão a aparecer jovens valorosos no Partido, e não terei as minhas mínimas dúvidas que estas novas gerações irão limpar o Partido e por Deus, por Portugal, pelo Povo e Famílias portuguesas e pelo Mundo, rezarão e governarão a bem da Nação.
Queremos um Portugal Maior, um Portugal mais ambicioso, um Portugal respeitável na senda internacional, um Portugal país amigo do Mundo. Rejeito liminarmente um Portugal de parasitas e feito numa "Quinta do Lago" ou qualquer dia numa "Quarteira" da Europa.

TRANSCRIÇÃO DO ARTIGO DE OPINIÃO do Dr. Jorge Rangel, "DOIS TELEGRAMAS E UMA MULHER COERENTE"

«É conhecida a história dos dois telegramas, um enviado precisamente na véspera do 25 de Abril, expressando o apoio oficial de Macau ao Presidente do Conselho, Prof. Marcelo Caetano, e à sua política, e o outro remetido alguns dias depois da queda do regime, homenageando o Movimento das Forças Armadas e saudando a “acção patriótica da abnegada Junta de Salvação Nacional”. Uma mulher, porém, não aceitou subscrever o segundo telegrama, por não compreender como era possível o mesmo órgão, com as mesmas pessoas, apoiar duas políticas tão marcadamente opostas em apenas cinco dias. Graciete Batalha era o seu nome e é dela o relato que transcrevemos do seu livro “Bom Dia, S’tôra”, publicado em 1991 pelo Instituto Cultural de Macau e integrado na colecção “Rua Central”:»

Saudações,

P.S.- Duvido sempre das democracias que não são livres e dos seus adeptos democráticos que não são pela liberdade.
Sou tão e apenas pela lusitana antiga liberdade e nunca de laivos jacobinos da Revolução francesa. Pois não sendo revolucionário, não entrarei por aí.

Anonymous said...

Caro Vitório,

Ao ler a tua esforçada resposta, só me ocorreu que não deves ter mais nada para fazer na vida... Triste fado!
Votos de uma vida mais alegre, que bem precisas...
Nuno Lima Bastos

Ma Tin Long said...

E o Camilo Pessanha que não tem culpa de nada disto.
Discutam isso noutro local, por favor.

Vitório Rosário Cardoso said...

Prezado Nuno Lima Bastos,

A comunidade macaense pode ser por vezes introvertida ou silênciosa, mas está sempre de olho.

"Não há outra mais leal a Portugal", não se esqueça.

Somos gentes feitos de fibra de navegadores e militares lusitanos "que por obras valerosas
Se vão da lei da morte libertando;
Cantando espalharei por toda parte, Se a tanto me ajudar o engenho e arte.".

Bem haja, ao Camilo Pessanha e Zé Carlos as minhas desculpas por ter usurpado o espaço,

Abraço armilar.

Anonymous said...

A comunidade macaense está sempre de olho - pois sim! Por isso é que têm aquele enorme monumento ao "olho do cu".