Wednesday, March 22, 2006

Uma sugestão

Para quem está em Portugal.

A ascensão da China: que dilemas?

Universidade do Minho 28 e 29 de Março Auditório A1
Campus de Gualtar Braga

Com a presença de: Ana Cristina Alves, Moisés Silva Fernandes , Cármen Amado Mendes , Franco Algieri, Luís Filipe Lobo-Fernandes, Miguel Santos Neves, Luís Leitão Tomé, Dora Martins, Heitor Romana , entre outros.

Em debate estão assuntos como a Política Interna Chinesa, Geopolítica Chinesa, Política Externa Chinesa, As Relações Luso – Chinesas – Macau, O Impacto da abertura da economia chinesa em Portugal ou O Impacto da abertura da economia chinesa no Ocidente.

1 comment:

Vitório Rosário Cardoso said...

Alguns bons painelistas,sim senhora!

Zé Carlos, quando tiveres tempo, dá uma vista de olhos à página da DECIDE- Associação de Jovens Auditores para a Defesa, Segurança e Cidadania www.decideportugal.org , pois vários trabalhos de investigação ligados a estas áreas vão sendo depositados no Centro de Estudos. Estou actualmente como co-responsável pela Delegação Regional de Lisboa da DECIDE.
Já que estás em Estudos Europeus, se não me engano, vai haver uma conferência no Porto; em que estou a dar apoio na organização - do CIARI, Centro de Investigação e Análise em Relações Internacionais; de uma jovem investigadora que vai falar sobre a Europa, subordinado ao tema: "A Integração Europeia está a diluir a Cooperação Europeia?" será certamente um tema interessante e enviar-te-ei um resumo e o "abstract". Ainda há pouco mais de uma semana, conversei com um especialista e representante da Comissão Europeia e ele para já disse-me que a UE vai manter o status quo, e que o sistema de cooperação inter-governamental está para durar. No plano económico corre relativamente bem, mas como todos sabemos no plano político, no que toca à políticas externa e de segurança comuns, está bem longe de se chegar a qualquer tipo de convergência e ressuscitar a moribunda Constituição com os respectivos agradecimentos ao Senhor Giscard d'Estaing, para já está-se fora de questão.
Isto prende-se a uma coisa muito simples, investir na sociedade civil, na economia ou no armamento? A UE como não é nenhum bloco anti-americano, logo vai continuar a alimentar os sectores produtivos das suas economias nacionais, cooperando militarmente com os EUA, no seio da NATO. Percebo que os franceses poderão ficar tristes por fazer menos negócios de armamento e terem de aturar o Tio Sam, mas apostando na economia de todos, todos só teremos a ganhar - não são os franceses que têm medo de um tal de "Fritz"Bolskestein que para os gauleses sociais e de providência (mamões da PAC) mais se parece o regresso do "Frankenstein"? Caso contrário, se a VELHA EUROPA, seguir por caminhos menos competitivos e fora de uma aliança com os EUA, só terá um caminho a seguir, a do abismo e a da tão desejada glória da França chauvinista.